A reputação empresarial pode influenciar o comportamento do consumidor

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O mercado empresarial cresce cada vez mais no Brasil e com isso a concorrência também, e ganhar destaque nesse meio nem sempre é fácil. E uma maneira eficiente para garantir uma boa visibilidade e consumidores é a reputação positiva diante do público, por meio da publicidade e propaganda.

O comportamento do consumidor é caracterizado pela maneira que a empresa é analisada no mercado, de acordo com as experiências pessoais e como aquela marca lida com seus clientes. Para a efetivação de uma compra a opinião positiva de outros consumidores pode ser a motivação para maior interesse no produto comercializado.

E entender esse processo é importante para uma publicidade e propaganda certa. É importante compreender como o consumidor escolhe, constrói sua experiência e avalia os serviços, e isso às vezes parece ser subjetivo. Mas esse comportamento é caracterizado pelas atividades mentais e emocionais na hora de comprar e usar os produtos ou serviços.

Muito disso pode ter a ver com a ética da empresa, de como é o processo de produção até a venda do material comercializado. O que lembra muito todo o caminho da empresária Sophia Amoruso, dona da marca Nasty Gal, que não mediu esforços para ter sucesso, sendo inclusive antiética em certos momentos.

Mas muitas pessoas não sabiam como havia sido sua trajetória, até o lançamento da autobiografia “Girl Boss” e sucessivamente a criação da série na Netflix. E o assunto ganhou muita discussão sobre como, mesmo não pensando tão eticamente, é importante ter conhecimento sobre seu público e dar o retorno esperado por meio de uma boa publicidade e propaganda.

Foi nesse quesito que a empresária ganhou os holofotes e fez da sua marca uma das mais reconhecidas na área da moda. Ela soube escolher seu perfil de consumidor de acordo com uma série de fatores como cultural, econômico, social, estilo de vida, entre outros.

E o consumidor se posiciona de forma positiva ou negativa diante desses fatores e também de acordo com suas crenças, ou seja, de acordo com os valores que moldam sua personalidade. E muitas mulheres que consomem a marca Nasty Gal se veem ali representadas.

POR : Jacqueline Gonçalo – Jornalista pela Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS)